sábado, 24 de novembro de 2012

Aquário de Discos



Segue mais uma montagem Habiat Natural, feita em parceria com o amigo e cliente aquarista Flávio Correia titular do aquário. A idéia inicial seria uma montagem simples de aquário com plantas mais para um estilo low tech, para peixes amazônicos, no entanto após dificuldade de acidificação natural da agua, decidimos adiquirir um sistema de co2 pressurizado, com intuito de acidificar água e fornecer melhor fossintese para plantas.Funcionou muito bem, conseguimos abaixar o ph de 7,2 para 6.6 muito bem ciclado com amônia zerada, no2, no3 baixo, adicionamos resina catiônica para amolecer a água condicionando melhor aquarios para os peixes amazônicos.

Setup: 100cm x 40cm x 50cm

O sistema de filtragem:Ttrabalha com um canister Jebo 1000lts em conjunto com um filtro traseiro HF 600 da Atman realizando somente filtragem mecânica, a manutenção é feita a cada 30 dias com trocas parciais semanais.

Suplemntação: Diaria de carbôno orgânico Rc flora e semanal de potassio da MBreda em conjunto com Mydor Green e Grow .

A iluminação: Inicial nos 03 primeiros meses era de 02 t5  Avant 15watts 6500 kv e 02 compactas Golden 20 watts 6500kv, após esse periodo foi adicionado mais 02 t5 de 15 watts.100watts para 200 lts.






Flora: Rotala macrandra green, Nunfhar japônica, Miriofhyllum aquaticum, Hygrofhila difformis, Valisnéria neotropicalis, Ludwigia repens, Echinodorus "frans Stoffles", Echinodorus "Kleiner Bar e Taxiphilum barbieri.





Fauna: 02 Acara disco"Yelon face e 01 Golden sunset, Rodhostomus, tetras glowlaght e Corydoras shuwarts









Postado: Juliano Alves(Habitat Natural)

Expedição ao rio Santa Catarina(C.de Macabu)

O rio Santa Catarina deve seu nome a serra de Santa Catarina, que ao ser assim denominada pelos jesuítas no século XVII, serviu de referência para toda região que a circundeia, inclusive, como citado, o rio. O rio nasce na confluência das serras do São João e Sobra de Terras, no município de Conceição de Macabu e percorre cerca de 15 km até desaguar no rio Macabu.

Em meados dos anos 1960 a fazenda Santo Agostinho tornou-se a mais importante da região, promovendo um fato curioso: a troca informal do nome do rio, que passou de Santa Catarina para Santo Agostinho.
rio Santa Catarina


Rio de agua barrenta no periodo de chuvas e levemente cristalina periodo de estiagens, possui um ph levemente alcalino na faixa de 7.1  examinado na data da expedição, possuindo uma flora ribeirinha exuberante, contendo varias espécies para fins aquáristicos, o fundo é basicamente comporto por quartizo,  bem arenoso, com bastante sedimentos e com uma leve correnteza em seu leito .


 Segue detalhamento de flora com fotos:

Polygonum aquticum

Lindernia sp

Micrathemum umbrosum


Hidrocotile Leucocephala

Ceratopteris cornuta

Heteranthera reniformis

Ludwigia sp

Ludwigia peploides

Ludwigia peruvianas

Polygonum sp

Hidrocleis sp


Postado por: Juliano Alves (Habitat natural)

domingo, 4 de novembro de 2012

Apistograma cacatoides

Apistogramma cacatuoides é uma espécie de ciclideo anão sulamericano geralmente conhecido sob o nome comum cacatua anão cichlid. Ao contrário de muitos outros Apistogramma espécies, A. cacatuoides não está ameaçada de extinção, como é amplamente criados em cativeiro para o comércio do aquário.

  

O macho cacatua anão ciclídeo atinge um comprimento de corpo de 8 centímetros. A fêmea é consideravelmente menor, atingindo apenas 5 centímetros. A forma do corpo é longo e de estatura mediana e da boca é bastante grande com lábios grossos. O macho é mais colorido do que a fêmea, geralmente com dorsal vermelho / laranja e nadadeiras caudais. Os líderes de 3 ou 4 rígidos raios são alongadas, e as barbatanas ventrais são claras. Na cor, o sexo feminino é bastante lento, mas com uma linha clara preto que ao longo de seus flancos. Sua cor de fundo é de um amarelo pálido, mas isso vai se tornar vibrante quando o acasalamento ou ninhada protegendo. Além disso, ela não tem os raios alongados dorsal do macho e suas barbatanas ventrais mostrar uma borda preta de liderança. Existem formas de cores diversas que ocorrem naturalmente na natureza, que incluem azuis, amarelos e alguns vermelhos. Por causa da reprodução seletiva as cores são agora muito mais pronunciado. Ambos os sexos têm uma linha escura que conduz a partir do olho para a parte inferior da aba de guelra.

  


Gama e habitat

A cacatua anão ciclídeo é encontrado na bacia do rio Amazonas, em afluentes do Ucayali , Amazonas e Solimões rios do Pachitea River para Tabatinga no Peru e na Colômbia , onde ele vive em pequenos riachos rasos ou de lagoa como das águas na floresta tropical. Os peixes preferem uma temperatura da água entre 24 e 28 ° C. O fundo destas águas é coberto com folhas que são utilizadas pelos peixes para se esconder.

 
Reprodução


A fêmea coloca os seus ovos no interior do telhado de uma cavidade ou por baixo de uma folha. Ela cuida dos ovos sozinha, enquanto os guardas masculinos do território. Os ovos são cor de salmão.

Uma das características mais interessantes de Apistogramma cacatuoides é o de "sapatilha" machos. Devido à natureza agressiva e territorial dos machos, um macho submisso não irá desenvolver plenamente "cacatua" nadadeiras nem a coloração completa do sexo masculino. Ele vai "fingir" ser uma mulher e tomar todas as oportunidades apresentadas para acasalar com as fêmeas dispostas. Se o macho dominante, em seguida morre, este macho submisso, então, desenvolver o nadadeiras completo.

Aquários pequenos (menos de 120 litros), deve ser evitada, se mais do que um único par, deve ser mantido, como uma fêmea irá proteger uma área de cerca de 30 centímetros de raio. Se criação está para ser realizado em um aquário comunitário , fast-natação peixes devem ser evitados, pois irá roubar os filhotes dos cacatuoides femininos.

Manutenção do aquário:

O anão cacatua é uma das melhores espécies de ciclídeos adequados para o aquário plantado. Mas porque o macho é altamente territoriais, os peixes devem ser mantidos em pares, trios (um macho com duas fêmeas), ou haréns (um macho com muitas fêmeas), e na companhia de tankmates pacíficos, como tetras . No caso de Aquários muito grandes, mais machos podem ser mantidos juntos, desde que haja abundância de território, como a madeira, plantação pesado, e cavernas. As fêmeas também podem ser altamente territorial, não só quando nos cuidados de ninhada.

As condições da água deve ser mantida em pH 6,5 a pH 8,0-gama. Estes são um dos poucos sul-americanos ciclídeos anões que podem tolerar água alcalina. 

Fonte:Wikpedia
Postado por: Juliano Alves (Habitat Natural) 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Montando um aquário plantado






Montagem passo a passo





close do movel
Segue mais uma montagem, onde eu estou mostrando a evolução do aquário desde o primeiro dia de montagem até layout se formar, a idéia inicial era montar no estilo holandês, no entanto não deu para ser dessa forma pois o aquário não vai ter carpete e não fica legal em aquário pequeno , ficando no momento sem um layout definido.

    Segue setup:

Tanque: 60 x 40 x 40   total 96 lts
Iluminção: 02 lampada t8 20w 7500kv Degenboao 01 15w t8 Rosada 18kv Atiman
Substrato: Areia de rio peneirada mais humos tratado e laterita concentrada .
Fertlização: Mbreda Macro nutrientes .
Ph: 6,8
KH:  10
Dh:    ?
No2: ?
No3: ?
Po4:  ?
Co2: Garrafada caseiro
Filtragem: Mini canister Haqos 510 lts hora e Atman interno 600lts hora
Flora:   ?
Fauna:  ?






Pedragismo definido
             Esse é um momento crucial na composição de um layout, pedragismo é complicado para quem não
             possui tanta experiência nessa área, mais acho que deu para deixar de uma forma bem 
             agradável e natural.



Arrumando o tronco
                  Á idéia era não colocar tronco, porém achei que a frente ia ficar mais natural colocando 
                  o musgo de java para dar uma naturalidade maior .



Tronco já com musgo

Inserindo as primeiras plantas
                                   A primeira planta a ser inserida nesse aquário foi uma Cryptocorine
                                   becketti na forma emersa e uma Echindórus sp, que mais tarde eu decidi retirar
                                   iria ocupar muito espaço no aquário.


Mais plantas (agua turva)
  
                               


    

12 horas após a montagem

                                    As plantas foram adquiridas já na forma imersa em sua grade maioria, 
                                    facilitando a adaptação mais rápida no aquário essa foto foi tirada 
                                    a noite 12 horas apóis a montagem e notem que elas ja estão bem 
                                    esticadas .


24 horas
             Segue plantas: esquerda para direita
                             Ludwigia glandulosa, Ludiwigia arcuata, Ludwigia ovalis, Limminofhila hipporoides,
                            Ratala macrandra, Cryptocorine beckttii, Althernantera splandida, Bacopa caroliniana 
                            Rotala Wallich, Rotala Macrandra green, Ludwigia inclinata, Althernatera rosefolia,
                            Microsoriun widelov, e Hidrocotile lecocephala

layout fechado



Postado Por: Juliano Alves (Habitat natural)

domingo, 22 de julho de 2012

Limnophila repens (Benth)


Limnophila repens var. ‘Mini’
formato imerso


Sinônimos: Limnophila sp. 'Mini'
Clima: Moderado
Necessidades de Luz: Médio
Estrutura da planta: Haste
Família: Plantaganaceae
Gênero: Limnophila
Região: Ásia
Localização: Índia e Sri Lanka para as Filipinas e Austrália
Tamanho: 40 cm
Taxa de Crescimento: Rápido
Podem ser cultivadas emersas: Sim

Limnophila repens var. 'Mini' é o verdadeiro nome desta planta  para o que tem circulado por todo o hobby como simplesmente Limnophila sp. 'Mini'. É uma planta muito bonita submersa, com folhas menores do que a Limnophila aromatica, com uma coloração diferente e, indo para um tom mais esverdeado e mais vigorosa. Emersas, as duas plantas parecem bastante similares, apresentando formas típicas de folha e flores do gênero Limnophilas.


flor


 A flor é uma cor suave agradável roxo, subindo a partir do caule. Como você pode ver ao lado, as flores podem aparecer em cada nó. Ambos submersas e emersas, as folhas têm uma borda serrilhada, e um cheiro tipico e agradavel . É realmente um tipo de cheiro de alecrim pimenta, que é distintamente diferente do cheiro da L. aromatica.







foto com iluminação moderada


Pude perceber que o cultivo desta planta é muito fácil, inclusive ela cresce muito bem sem que haja a necessidade dê   injetar co2,  recomendo esta planta para aquários low tech, porém o seu crescimento é muito rápido o que torna um incomodo. O que eu pude notar cultivando esta planta, é que  sobre iluminação intensa ela aumenta a sua quantidade de folhas entre os nós, de dois para cinco ou seis pó nós . Sob iluminação moderada o crescimento é mais lento, e as folhas ficam maiores e somente com duas por nós .Planta muito fácil de ser cultivada que pode ser usada em vários  layouts como planta de fundo . 



planta no aquário

 

fontes:Aquaticplantcentral(www.aquaticplantcentral.com)  
Postado:Juliano Alves (Habitat natural)                  

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Microgeophagus ramirezi



Microgeufhagus ramirezi
 
Microgeufhagus ramirezi
Fámiliaciclidae
Nome ciêntificoMicrogeufhagus ramirezi
Nome popularRamirezi
Distribuiçao geograficaColômbia e Venezuela
Ph5,0 a 7,0
AlimentaçãoOnivora
ReproduçãoOviparo/fácil
Compativel plantadoSim
AgressividadeMédia
Quantidade minima01
Diformismo sexualsim
Aquário minimo30 lts
Grau de dificuldademédia

O Microgeophagus ramirezi é uma espécie de peixe  endêmica da bacia do Rio Orinoco, nas savanas da Venezuela e Colombia, na América do Sul.  A espécie é objeto de estudos de comportamento dos peixes, e é um peixe muito popular em aquários, vendidos sob vários nomes (incluindo Ram, Ciclídeo Borboleta e Ramirezi. A espécie é membro da família Cichlidae, subfamília Geophaginae.
O espécime padrão (selvagem) possui uma cor de fundo amarelo-esverdeada cravejada por pontos azul brilhante que se estendem pelas nadadeiras dorsal, anal e caudal. Essa espécie também possui várias listras verticais descontínuas, em um preto bem pálido, e uma listra na parte de cima da cabeça, que passa pelos olhos. Esta é a listra preta mais forte, seguida pela segunda listra nos flancos , este aparecendo mais como um ponto preto-escuro, nas variedades criadas em aquários. A espécie é diferenciável sexualmente, sendo as fêmeas menores em tamanho, com pigmentação rosa na região ventral e raios menores na parte da frente da nadadeira dorsal, a nadadeira anal da femea não ultrapassa a caudal. Os machos chegam a atingir 7 cm na natureza .

                                                                 
                                                                           Biótopo
Diferentemente de seus parentes do gênero Apistogramma, o habitat natural do M. ramirezi é nas águas mornas (25.5-29.5° e ácidas) (pH 5.0 a 6.5) dos córregos da região de llanos, na Venezuela e na Colômbia. Em geral, as águas em que foram encontrados M. ramirezi tinham fluxo baixo, contendo pouco mineral dissolvido, e eram de transparentes embora bastante escurecidas por tanino. A espécie é tipicamente encontrada apenas em locais protegidos por cobertura de plantas aquáticas ou vegetação submersa.Por isso muito importante que o aquário para essa espécie obedeça todos esses parâmetros, e seja muito bem plantado visto, que a espécie vive na natureza em locais com vegetais em abundancia.

                                                                           
Biótopo
                                                                                    Reprodução
 
Quando atinge a maturidade sexual, a espécie forma pares monogâmicos antes da procriação. Sabe-se que deposita seus ovos, de 1.5 mm, em pedras achatadas ou diretamente em pequenas depressões cavadas no cascalho. Como muitos ciclídeos, tanto o macho quanto a fêmea do M. ramirezi cuidam das crias, protegendo os ovos e defendendo o território.No geral, são produzidos de 150 a 300 ovos, mas já foram relatados casos em que esse número chegou a 500. Já foram observados M. ramirezi abanar água sobre seus ovos, que eclodem em 40 horas a 29 ºC. Os alevinos são incapazes de nadar livremente até o quinto dia, quando passam a ser escoltados pelo macho ou pela fêmea em um cardume denso para se alimentarem.
 

O aquário
O ciclideo ramirezi é um ciclideo popular para o aquário tropical, embora não seja necessariamente o mais fácil de ser mantido , principalmente quando compartilha o aquário com espécies mais agressivas ou muito ativas. A espécie é tímida e se dá melhor quando convive com espécies tranquilas, como o Neons, Discos, Peixe lápis, Apistograma e etc  .
 A espécie exibe prontamente comportamento reprodutivo em água com pH 5.0-6.5, embora uma água mais macia incentive a reprodução mais regular.
 É preferível manter a espécie em aquários maiores, porque ela é intolerante a poluentes comuns do aquário, como compostos nitrogenados . O ambiente deve ser decorado de forma a imitar o habitat natural, com plantas aquáticas emabundância,troncos e alguns locais abertos. A espécie apresenta canibalismo com a cria caso sua reprodução seja perturbada.
Como ambiente deve estar livre dos poluentes, o filtro do aquário é importante, embora não deva movimentar demais a água. As trocas parciais são importantíssimas afimj de minimizar as quantidades dos compostos prejudiciais, e devem ser feitas regularmente. Inúmeras linhagens de M. ramirezi foram desenvolvidas na Ásia por criadores hobbistas. Estre elas, estão os M. ramirezi dourados, além de exemplares com corpos maiores,e nadadeiras fendidas ou alongadas. Muitas destas variedades sofrem de baixa fertilidade, problemas de saúde ou apresentam cuidado reduzido com a cria, quando comparadas com a variedade original.
 Reproduzí-lo não é difícil, contanto que o peixe esteja bastante à vontade no aquário. O ritual é semelhante ao dos demais ciclídeos: o casal procura um local para a desova e, depois de limpá-lo bem com a boca, a fêmea deposita os ovos, que são imediatamente fertilizados pelo macho. Os pais cuidam dos ovos e, depois da eclosão, dos filhotes. O dimorfismo sexual é realizado com certa facilidade nos adultos. O macho possui os primeiros raios da nadadeira dorsal maiores que os demais, na fêmea isso quase não é perceptível.



Fontes:Wikipéia(www.wikipéia.com),Aquahoby(www.aquahoby.com.br)
Aquatic plant central(wwwaquaticplantcentral.com)

Postado Por: Juliano Alves (Habitat natural)



 

domingo, 17 de junho de 2012

Neritina natalensis






Neritina natalensis

Neritina zebra


Neretina natalensis
FámiliaNeritidae
Nome ciêntificoNeritina natalensis
Nome popularNeritina zebra
Distribuiçao geograficaÁfrica
Ph7,0 a 8,0
AlimentaçãoOnivora/vegetariana
ReproduçãoOviparo
Compativel plantadoSim
AgressividadeInofensivel
Quantidade minima01
Diformismo sexualNão
Aquário minimo20 lts
Grau de dificuldadeBaixa

É uma espécie de caramujo de água doce ou salgada ligeiramente pequeno (1 a 3 cm) fornecido com uma tampa como outros membros da família que vivem em água salgada ou água salobra em todo o mundo. Ele tem um escudo redondo com uma base profunda laranja ao marrom claro, listras verticais e um preto para linha marrom escuro em direção ao ápice do loop. Atualmente, existem variedades de listras grossas, listras finas, mais numerosos, a linha de partida, em ziguezague ou não traços (todo preto ou laranja), cujo valor ornamental e econômico é um pouco maior do que a variedade selvagem original. O manto (comumente o molla caracol) é colorido em sua área ventral, mostrando padrões de listras escuras no rosto que se tornam visíveis quando o aquário estiver para cima e de frente para o observador. Este molusco gastrópode aquático pertencente a membros da família dos nerítidas e comumente são chamados de neritinas.


Neritina zebra

Habitats:
Esta espécie é nativa da África, onde você pode encontrar no Quénia, Moçambique, Somália, África do Sul e Tanzânia. Há uma suspeita da presença de uma espécie ou subespécie, cuja morfologia é semelhante localizados na Ásia (Índia), embora não existem dados fiáveis ​​sobre o assunto.

Aquário recomendado

 Esta espécie é uma escolha popular para aquaristas que procuram um comedor de algas  eficaz para um aquário de água doce. No jargão dos aficionados esta espécie é conhecida por sua casca estriada, chamada N.zebra. Seu tamanho em cativeiro raramente ultrapassa 3 cm de diâmetro e prefere temperaturas entre 22 e 26 ° C. Como outros caracóis, prefere a água moderadamente dura (mínimo Gh de 8 º a 12 º) e não muito ácidas (pH 7,2-8,5), caso contrário, a casca pode sofrer alguns danos. A presença de cálcio na água é essencial para o bom desenrolar desta espécie. O tanque precisa estar bem estabiliazado para um bom desivolvimento dessa espécie.

Alimentação
Manter um Neritina zebra é muito simples, basta fornecer as condições adequadas de parâmetros da água.Recomenda-se a não introduzir esta espécie em tanques com uma capacidade inferior a 20 litros, principalmente devido ao seu modo de alimentação. Este caramujo se alimenta principalmente de algas e seus hábitos de consumo são bastante rígida assim em pequenos tanques podem ter dificuldade em encontrar alimentos. Se as algas são escassos pode morrer de fome. Um complemento eficaz concentra fitoplâncton é o alimento à base de vegetais ou de fundo ou algas conteúdo, também muito usada para peixes como bagres e Ancistrus. Outra potencial fonte de alimento é mingau feito com massa caseira ou legumes no vapor e liofilizados ou congelados. Sua expectativa de vida máxima atinge 5 anos, mas em aquários geralmente é em torno de 3-4 anos.



Neritina limpando Musgo de java




Postado por: Juliano Alves (Habitat Ntural)